quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
Dança com Cães
No Japão, há inusitados serviços para os bichos de estimação. Máquina de lavar gatos, cachorros de aluguel, hotel de animais e até refrigerantes para bichanos. Eh uma indústria tão poderosa que movimenta um trilhão de ienes por ano. Agora, a novidade eh levar o melhor amigo nas aulas de dança para cães.
Em um país no qual existem mais cachorros e gatos do que pessoas abaixo de 15 anos, a falta de seres humanos acabou tornando os animais em uma companhia natural para a dança.
A escola Wan Nyan World – que poderia ser traduzida por Mundo Au Miau – oferece aos alunos a oportunidade dos pares dançarem estilos diferentes como valsas e até mesmo “Dancing Queen”, do grupo de música disco dos anos 70, ABBA.
Seja um Chihuahua ou um São Bernardo, com a música e a coreografia certas, qualquer cachorro pode dançar”, disse a instrutora de dança Mayumi Ozuma, 51 anos. “A dança tb permite que os animais expressem a sua individualidade”, completou. Os pets aprendem a girar em volta dos donos e a andar em duas patas em troca de guloseimas.
Presença feminina
A quantidade de mulheres presentes na aula tb chama atenção, uma vez que a aula contém apenas um homem inscrito. Uma afirmação comum entre elas eh a de que seus maridos estão cansados demais para participar de aulas no final do dia, ou que não se interessam pela atividade. “Dançar com o meu cachorro faz com que eu me divirta com ele. E eh muito bom perceber que ele está se divertindo tb,” disse Mikako Oba, que dançava com o seu poodle, Carlo. Ela ainda afirmou que pretende ingressar em competições de dança com Carlo no futuro.
Seiji Osawa, funcionário de uma empresa, se interessou pela aula porque agora o cachorro demonstra mais interesse por ele. “Agora o meu cachorro olha para mim,” disse Osawa. “Eu acho que eles aprendem a dançar até mais rápido que os donos,” afirmou, enxugando o suor do rosto.
Tem cada coisa lah viu...
じゃなあああ... ^^
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
Empresa japonesa amadurece bananas ao som de Mozart
Eh, eh isso mesmo o.o
A companhia japonesa Toyooka Chuo Seika começou a vender as “Bananas Mozart” em supermercados da província de Hyogo. As frutas, de acordo com a empresa, são amadurecidas ao som de músicas do compositor clássico Wolfgang Amadeus Mozart.
As bananas, produzidas nas Filipinas, passam uma semana em uma câmara de amadurecimento japonesa. O local eh aparelhado com alto-falantes que tocam o “Quarteto de cordas n.17″, o “Concerto de Piano 5 em Ré Maior”, entre outras obras.
Representantes da companhia acreditam que a música torna as frutas mais doces. Cada cacho eh vendido por 300 ienes (equivalente a cerca de 6 reais).
As informações são do Japan Times.
A companhia japonesa Toyooka Chuo Seika começou a vender as “Bananas Mozart” em supermercados da província de Hyogo. As frutas, de acordo com a empresa, são amadurecidas ao som de músicas do compositor clássico Wolfgang Amadeus Mozart.
As bananas, produzidas nas Filipinas, passam uma semana em uma câmara de amadurecimento japonesa. O local eh aparelhado com alto-falantes que tocam o “Quarteto de cordas n.17″, o “Concerto de Piano 5 em Ré Maior”, entre outras obras.
Representantes da companhia acreditam que a música torna as frutas mais doces. Cada cacho eh vendido por 300 ienes (equivalente a cerca de 6 reais).
As informações são do Japan Times.
Vai uma bananinha? xD
じゃなあああ... ^^
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
Japoneses têm menor número de amigos virtuais em redes sociais
Uma pesquisa sobre a vida digital ao redor do mundo, conduzida pela companhia TNS, mostra q os japoneses são os q têm menor média de amigos digitais em redes sociais (como o Facebook e Linkedln): 29.
O país cujo número eh mais alto eh a Malásia, com 233, seguida de perto pelo Brasil, com 231. O estudo teve respostas de 50 mil usuários de internet de 46 países diferentes.
O estudo mostrou q, entre todas as pessoas q têm acesso à rede mundial de computadores, 61% jah a consideram seu canal de informação preferido. A pesquisa descobriu, ainda, q os consumidores on-line estão gastando, em média, mais tempo em sites de relacionamento q em seus e-mails.
A pesquisa, denominada Digital Life, concluiu q os usuários de internet em países emergentes abraçam os novos canais virtuais de maneira “mais ativa” em comparação aos de países desenvolvidos, onde a internet jah eh um meio consolidado.
Por isso que n acho nenhum amigo japonês na net, snif...
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| Japão neh? |
じゃなあああ... ^^
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Hatsune Miku
O mundo da música no Japão já tem um novo ídolo: tem cabelo colorido, olhos gigantes e seu nome é Hatsune Miku. Ah, só um detalhe... ela não existe. Em realidade, Hatsune é uma boneca holográfica que canta usando o software Vocaloid. O sistema permite sintetizar vozes falsas e muitas pessoas usam o programa para fazer com que seus personagens fictícios cantem.
A empresa Crypton Future Media decidiu, há 3 anos, criar uma personagem, de 1,58m e 16 anos, em holograma, enviando-a uma turnê pelo país mostrando suas últimas músicas. Hatsune Miku se tornou um fenômeno cultural no Japão, adorada, admirada, seguida e consumida como um produto comercial.
| Hatsune Miku |
| Cosplay xD |
じゃなあああ...
sábado, 6 de novembro de 2010
Kanjis Pictográficos
Minna! Ohayou/Konnichiwa/Konbanwa!!
Estou aqui para disponibilizar para vocês um link de um livro muito interessante que te ensina a como gravar +/- 1000 kanjis sob forma de pictografia (assimilando imagens aos kanjis). Isso para mim foi de extrema utilidade e espero que seja para vocês também. Abaixo seguem-se alguns exemplos:
Em JPG: http://www.megaupload.com/?d=T5F9UNG7
Em PDF: http://www.megaupload.com/?d=IIKM3AZH
じゃなあああ... ^^
Estou aqui para disponibilizar para vocês um link de um livro muito interessante que te ensina a como gravar +/- 1000 kanjis sob forma de pictografia (assimilando imagens aos kanjis). Isso para mim foi de extrema utilidade e espero que seja para vocês também. Abaixo seguem-se alguns exemplos:
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Em PDF: http://www.megaupload.com/?d=IIKM3AZH
じゃなあああ... ^^
Dialetos Japoneses (post interessantiço!)
A Língua Japonesa possue uma série de dialetos (hōgen 方言). A língua oficial é intitulada de kyōtsūgo (共通語 lit. "língua comum") ou hyōjungo (標準語 lit. "língua padrão"), foi baseada no dialeto de Tóquio. A linguagem da capital oficial do Japão tomou o seu próprio rumo e se tornou um dos muitos dialetos japoneses. Os dialetos são comunmente chamados de -ben (弁, 辯 ex. "Osaka-ben" significando "dialeto de Osaka") e algumas vezes chamado também -kotoba* (言葉,ことば ex. "Kyo-kotoba" significando "dialeto de Kyoto").
Algumas pronúncias ocasionais são comuns à maioria dos dialetos da Língua Japonesa. Assim como toda língua falada, ocorrem contrações utilizadas no cotidiano. Por exemplo:
-ai ou -oi → -ee, como em dekinai → dekinee ou sugoi → sugee (mais comunmente usado com -nai)
absorção do r→ wakaranai → wakan'nai (→ wakan'nee)
じゃなあああ... ^^
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
A História dos Samurais
Os Samurais existiram por quase 8 séculos (século VIII ao XV), ocupando o mais alto status social porquanto existiu a ditadura militar nipônica denominada Shogunato. Pessoas treinadas desde pequenos para seguir o Bushido, o caminho do guerreiro.
O samurai era uma pessoa muito orgulhosa, tanto que se seu nome fosse desonrado ele executaria o seppuku, era preferível morrer com honra do que viver sem honra.
Seppuku, suicídio honrado de um samurai em que usa uma tanto (faca) e com ela enfia no estômago e puxa para cima cortanto tudo o que tem por dentro. Uma morte dolorosa e orgulhosa.
Inicialmente, os samurais eram apenas coletores de impostos e servidores civis do império. Era preciso homens fortes e qualificados para estabelecer a ordem e muitas vezes ir contra a vontade dos camponeses.
Posteriormente, por volta do século X, foi oficializado o termo "samurai", e este ganhou uma série de novas funções, como a militar. Nessa época, qualquer cidadão podia tornar-se um samurai, bastando para isso adestrar-se no Kobudo (artes marciais samurais), manter uma reputação e ser habilidoso o suficiente para ser contratado por um senhor feudal. Assim foi até o xogunato dos Tokugawa, iniciado em 1603, quando a classe dos samurais passou a ser uma casta. Assim, o título de "samurai" começou a ser passado de pai para filho.
Um grande samurai foi Miyamoto Musashi, um guerreiro que veio do campo, participou da batalha de Sekigahara e iniciou um longo caminho de aperfeiçoamento. Ele derrotou os Yoshioka em Kyoto e venceu o grande Sasaki Kojiro, outro grande samurai.
Pelo fim da era Tokugawa, os samurais eram burocratas aristocráticos ao serviço dos daimyo, com as suas espadas servindo para fins cerimoniais. Com as reformas da era Meiji, no final do século XIX, a classe dos samurais foi abolida e foi estabelecido um exército nacional ao estilo ocidental. O rígido código samurai, chamado bushido, ainda sobrevive, no entanto, na atual sociedade japonesa, tal como muitos outros aspectos do seu modo de vida.
Os Samurais, como classe social, deixaram de existir em 1868, com a restauração Meiji, quando o imperador retomou o poder do país.
Seu legado continua até nossos dias, influenciando não apenas a sociedade japonesa, mas também o ocidente.
Nomenclatura
O nome 1"samurai" significa, em japonês, "aquele que serve". Portanto, sua maior função era servir, com total lealdade e empenho, os daimyo (senhores feudais) que os contratavam. Em troca disso recebiam privilégios terras e/ou pagamentos, que geralmente eram efetuados em arroz, numa medida denominada koku (200 litros).
Um termo mais apropriado para Samurai é bushi (武士) (significando literalmente "guerreiro ou homem de armas") que era usado durante o período Edo. No entanto, o termo "Samurai" refere-se normalmente à nobreza guerreira e não por exemplo à infantaria alistada. Um samurai sem ligações a um clan ou daimyō era chamado de ronin (literalmente "homem-onda"). Rōnin são também samurais que largaram a sua honra ou aqueles que não cumpriram com o seppuku, que significa dividir a barriga, de modo a repôr a honra do seu clan ou família. Samurais ao serviço do han eram chamados de hanshi.
Era esperado dos Samurais que eles não fossem analfabetos e que fossem cultos até um nível básico, e ao longo do tempo, durante a era Tokugawa (também chamada de período Edo), eles perderam gradualmente a sua função militar.
Tal relação de suserania e vassalagem era muito semelhante à da Europa medieval, entre os senhores feudais e os seus cavaleiros. Entretanto, o que mais difere o samurai de quaisquer outros guerreiros da antiguidade é o seu modo de encarar a vida e seu peculiar código de honra e ética.
Após tornar-se um bushi (guerreiro samurai), o cidadão e sua família ganhavam o privilégio do sobrenome. Além disso, os samurais tinham o direito (e o dever) de carregar consigo um par de espadas à cintura, denominado "daishô": um verdadeiro símbolo samurai. Era composto por uma espada curta (wakizashi), cuja lâmina tinha aproximadamente 40 cm, e uma grande (katana), com lâmina de 60 cm.
Todos os samurais dominavam o manejo do arco e flechas. Alguns usavam também bastões, lanças e outras armas como a foice e corrente(kusarigama)e jutte.
Eram chamados de ronin os samurais desempregados: aqueles que ainda não tinham um daimyo para servir ou quando o senhor dos mesmos morria ou era destituído do cargo.
Os samurais obedeciam a um código de honra não-escrito denominado bushidô (caminho do guerreiro). Segundo esse código, os samurais não poderiam demonstrar medo ou covardia diante de qualquer situação.
Havia uma máxima entre eles: a de que a vida é limitada, mas o nome e a honra podem durar para sempre. Por causa disso, esses guerreiros prezavam a honra, a imagem pública e o nome de seus ancestrais acima de tudo, até da própria vida.
A morte, para o samurai, era um meio de perpetuar a sua existência. Tal filosofia aumentava a eficiência e a não-hesitação em campos de batalha, o que veio a tornar o samurai, segundo alguns estudiosos, o mais letal de todos os guerreiros da antiguidade.
Talvez o que mais fascine os ocidentais no estudo desses lendários guerreiros é a determinação que eles tinham em freqüentemente escolher a própria morte ao invés do fracasso. Se derrotados em batalha ou desgraçados por outra falha, a honra exigia o suicídio em um ritual denominado harakiri ou seppuku. Todavia, a morte não podia ser rápida ou indolor. O samurai fincava a sua espada pequena no lado esquerdo do abdômen, cortando a região central do corpo, e terminava por puxar a lâmina para cima, o que provocava uma morte lenta e dolorosa que podia levar horas. Apesar disso o samurai devia demonstrar total autocontrole diante das testemunhas que assistiam o ritual.
A morte, nos campos de batalha, quase sempre era acompanhada de decapitação. A cabeça do derrotado era como um troféu, uma prova de que ele realmente fora vencido. Por causa disso, alguns samurais perfumavam seus elmos com incenso antes de partirem para a guerra, para que isso agradasse o eventual vencedor. Samurais que matavam grandes generais eram recompensados pelos seus daimyo, que lhe davam terras e mais privilégios.
Ao tomar conhecimento desses fatos, os ocidentais geralmente avaliam os samurais apenas como guerreiros rudes e de hábitos grosseiros, o que não é verdade. Os samurais destacaram-se também pela grande variedade de habilidades que apresentaram fora de combate. Eles sabiam amar tanto as artes como a esgrima, e tinham a alfabetização como parte obrigatória do currículo. Muitos eram exímios poetas, calígrafos, pintores e escultores. Algumas formas de arte como o Ikebana (arte dos arranjos florais) e a Chanoyu (arte do chá) eram também consideradas artes marciais, pois treinavam a mente e as mãos do samurai.
O caminho espiritual também fazia parte do ideal de homem perfeito que esses guerreiros buscavam. Nessa busca os samurais descobriram o Zen-budismo, como um caminho que conduzia à calma e à harmonia.
"Se você conhece o inimigo e conhece a si mesmo, não precisa temer o resultado de cem batalhas. Se você se conhece mas não conhece o inimigo, para cada vitória, sofrerá uma derrota. Se você não conhece nem o inimigo nem a si mesmo, perderá todas as batalhas..." - A Arte da Guerra, Sun Tzu
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